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Reajuste acenado por Bolsonaro é medo da mobilização nacional dos servidores públicos

A análise é do secretário de Finanças da CUT, que avisa: servidores municipais, estaduais e federais não aceitarão os retrocessos impostos pela Reforma Administrativa. Policias ameaçam greve

Escrito por: Confetam/CUT • Publicado em: 18/06/2021 - 17:26 • Última modificação: 18/06/2021 - 18:18 Escrito por: Confetam/CUT Publicado em: 18/06/2021 - 17:26 Última modificação: 18/06/2021 - 18:18

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“Não vamos aceitar pacificamente essa destruição. A reação de Bolsonaro em acenar com um reajuste é por temer que possamos desencadear um dia nacional de lutas e até greve geral, nas três esferas, em nível federal, estadual e municipal”. A afirmação do secretário nacional de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Ariovaldo de Camargo, é a explicação encontrada pelo dirigente para o reajuste de 5% acenado pelo presidente Bolsonaro para os servidores públicos, que amargam salários congelados desde 2017 e acumulam perdas inflacionárias superiores a 30%.

O receio de uma mobilização dos servidores públicos das três esferas de governo contra a Reforma Administrativa (PEC 32), que tramita na comissão especial da Câmara, somado à preocupação com as eleições de 2022, também explicariam as sinalizações de Bolsonaro na direção do funcionalismo, que articula a campanha #CancelaAReformaJá nas bases eleitorais dos deputados. 

O objetivo da campanha das cinco entidades nacionais de trabalhadores do serviço público – Condsef (federais), Fenasepe (estaduais), Confetam (municipais), CNTE (trabalhadores da educação) e CNTSS (saúde, assistência social e previdência) -, é pressionar os parlamentares da comissão especial a votarem contra a PEC 32, que desmonta o serviço público brasileiro para privatizar direitos básicos como saúde e educação.  

Policias entrarão em greve contra a reforma 

De acordo com o Brasil Econômico, policias do Brasil inteiro estão organizando uma manifestação contra a Reforma Administrativa. Liderados pela União de Policiais do Brasil (UPB), mais de 20 entidades que representam carreiras da segurança pública apoiariam o movimento.

A reforma era uma das principais promessas da equipe econômica do ministro Paulo Guedes, mas recentemente tem gerado dissabor entre as bases governistas no Congresso. Dentre elas, a bancada da bala, composta majoritariamente de agentes policiais.

Ainda segundo o Brasil Econômico, serviços públicos em todo o país irão paralisar na próxima quarta-feira (23), exceto os da área da saúde, para chamar atenção para os prejuízos e riscos que a Reforma Administrativa poderá trazer.

Com informações do IG e CUT Nacional

Título: Reajuste acenado por Bolsonaro é medo da mobilização nacional dos servidores públicos, Conteúdo: “Não vamos aceitar pacificamente essa destruição. A reação de Bolsonaro em acenar com um reajuste é por temer que possamos desencadear um dia nacional de lutas e até greve geral, nas três esferas, em nível federal, estadual e municipal”. A afirmação do secretário nacional de Administração e Finanças da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Ariovaldo de Camargo, é a explicação encontrada pelo dirigente para o reajuste de 5% acenado pelo presidente Bolsonaro para os servidores públicos, que amargam salários congelados desde 2017 e acumulam perdas inflacionárias superiores a 30%. O receio de uma mobilização dos servidores públicos das três esferas de governo contra a Reforma Administrativa (PEC 32), que tramita na comissão especial da Câmara, somado à preocupação com as eleições de 2022, também explicariam as sinalizações de Bolsonaro na direção do funcionalismo, que articula a campanha #CancelaAReformaJá nas bases eleitorais dos deputados.  O objetivo da campanha das cinco entidades nacionais de trabalhadores do serviço público – Condsef (federais), Fenasepe (estaduais), Confetam (municipais), CNTE (trabalhadores da educação) e CNTSS (saúde, assistência social e previdência) -, é pressionar os parlamentares da comissão especial a votarem contra a PEC 32, que desmonta o serviço público brasileiro para privatizar direitos básicos como saúde e educação.   Policias entrarão em greve contra a reforma  De acordo com o Brasil Econômico, policias do Brasil inteiro estão organizando uma manifestação contra a Reforma Administrativa. Liderados pela União de Policiais do Brasil (UPB), mais de 20 entidades que representam carreiras da segurança pública apoiariam o movimento. A reforma era uma das principais promessas da equipe econômica do ministro Paulo Guedes, mas recentemente tem gerado dissabor entre as bases governistas no Congresso. Dentre elas, a bancada da bala, composta majoritariamente de agentes policiais. Ainda segundo o Brasil Econômico, serviços públicos em todo o país irão paralisar na próxima quarta-feira (23), exceto os da área da saúde, para chamar atenção para os prejuízos e riscos que a Reforma Administrativa poderá trazer. Com informações do IG e CUT Nacional



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