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NOTA DE REPÚDIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

Confetam/CUT se posiciona após ato de violência sofrido pelo Secretário Geral, João Gabriel Buonavita.

Escrito por: Thiago Marinho • Publicado em: 06/04/2022 - 17:06 • Última modificação: 06/04/2022 - 17:14 Escrito por: Thiago Marinho Publicado em: 06/04/2022 - 17:06 Última modificação: 06/04/2022 - 17:14

Divulgação Seguiremos na luta e sempre contra a qualquer tipo de violência. O sindicalismo merece respeito!

No último dia 31 de março, o vice-presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep-SP) e Secretário Geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), João Gabriel Buonavita, estava no Edifício Martinelli, prédio histórico no Centro de São Paulo onde estão instaladas três grandes secretarias da Prefeitura Municipal de São Paulo. É um local com grande concentração de trabalhadores. O dirigente sindical tem o hábito de estar sempre neste mesmo espaço panfletando e conversando com os servidores municipais.

Neste dia, na Secretaria de Subprefeituras, o dirigente sentiu que estava sendo seguido por um segurança. O segurança chegou próximo a João e pediu a sua identificação. Ele se identificou e informou que é dirigente sindical. Na sequência, o segurança informou que recebeu uma ordem para retirar o dirigente do local. João informou que não sairia e se colocou à disposição para conversar com a autoridade que deu a ordem. Importante salientar que o direito a liberdade sindical está previsto na Constituição.

No mesmo local, após fazer uma panfletagem, João percebeu que havia um outro segurança atrás dele. Neste momento, o dirigente sindical começou a falar sobre a Campanha Salarial 2022 e que os trabalhadores têm o direito de se organizar e de se mobilizar por melhores condições de vida. Nesta hora, o segurança agarrou João pelas costas, deu-lhe um “mata leão”, o jogou ao chão e o arrastou até o corredor onde estão os elevadores.

Após o ocorrido e bem machucado, João concordou em sair do recinto. O dirigente foi até o gabinete do secretário para exigir a sua entrada. Após alguns minutos, João recebeu a notícia de que poderia voltar, desde que entrasse no prédio escoltado por dois seguranças e que se comprometesse a não fazer discurso.

“Não sabia qual era a diferença entre dialogar com os trabalhadores e fazer o discurso. Foi um episódio bastante violento. As pessoas ficaram bastante impactadas. Nos últimos anos, o aumento da violência contra os dirigentes sindicais é exorbitante. Já tivemos vários episódios aqui com outros dirigentes principalmente nas greves gerais”, ressaltou João Gabriel.

Nós que fazemos parte da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) exigimos que o fato seja esclarecido e que os culpados pelo ato antissindical sejam punidos. Além da punição, gostaríamos de esclarecer que as nossas idas aos prédios de repartições municipais fazem parte do nosso trabalho sindical de luta e não deixaremos de exercer, logo ainda vivemos numa democracia e somos regidos pela Constituição!

Seguiremos na luta e sempre contra a qualquer tipo de violência. O sindicalismo merece respeito!

Título: NOTA DE REPÚDIO: PREFEITURA MUNICIPAL DE SÃO PAULO, Conteúdo: No último dia 31 de março, o vice-presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep-SP) e Secretário Geral da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), João Gabriel Buonavita, estava no Edifício Martinelli, prédio histórico no Centro de São Paulo onde estão instaladas três grandes secretarias da Prefeitura Municipal de São Paulo. É um local com grande concentração de trabalhadores. O dirigente sindical tem o hábito de estar sempre neste mesmo espaço panfletando e conversando com os servidores municipais. Neste dia, na Secretaria de Subprefeituras, o dirigente sentiu que estava sendo seguido por um segurança. O segurança chegou próximo a João e pediu a sua identificação. Ele se identificou e informou que é dirigente sindical. Na sequência, o segurança informou que recebeu uma ordem para retirar o dirigente do local. João informou que não sairia e se colocou à disposição para conversar com a autoridade que deu a ordem. Importante salientar que o direito a liberdade sindical está previsto na Constituição. No mesmo local, após fazer uma panfletagem, João percebeu que havia um outro segurança atrás dele. Neste momento, o dirigente sindical começou a falar sobre a Campanha Salarial 2022 e que os trabalhadores têm o direito de se organizar e de se mobilizar por melhores condições de vida. Nesta hora, o segurança agarrou João pelas costas, deu-lhe um “mata leão”, o jogou ao chão e o arrastou até o corredor onde estão os elevadores. Após o ocorrido e bem machucado, João concordou em sair do recinto. O dirigente foi até o gabinete do secretário para exigir a sua entrada. Após alguns minutos, João recebeu a notícia de que poderia voltar, desde que entrasse no prédio escoltado por dois seguranças e que se comprometesse a não fazer discurso. “Não sabia qual era a diferença entre dialogar com os trabalhadores e fazer o discurso. Foi um episódio bastante violento. As pessoas ficaram bastante impactadas. Nos últimos anos, o aumento da violência contra os dirigentes sindicais é exorbitante. Já tivemos vários episódios aqui com outros dirigentes principalmente nas greves gerais”, ressaltou João Gabriel. Nós que fazemos parte da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT) exigimos que o fato seja esclarecido e que os culpados pelo ato antissindical sejam punidos. Além da punição, gostaríamos de esclarecer que as nossas idas aos prédios de repartições municipais fazem parte do nosso trabalho sindical de luta e não deixaremos de exercer, logo ainda vivemos numa democracia e somos regidos pela Constituição! Seguiremos na luta e sempre contra a qualquer tipo de violência. O sindicalismo merece respeito!



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