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Marcha dos Municipais do Ceará será contra reforma da Previdência e terá etapas regionais

Passeata estadual será precedida de marchas em 10 sub-representações regionais da Fetamce.

Escrito por: Fetamce • Publicado em: 25/04/2019 - 15:05 • Última modificação: 25/04/2019 - 15:23 Escrito por: Fetamce Publicado em: 25/04/2019 - 15:05 Última modificação: 25/04/2019 - 15:23

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Diante do avanço da “reforma” da Previdência do governo ultradireitista de Jair Bolsonaro, a X Marcha dos Servidores Municipais levantará a bandeira da resistência à Proposta de Emenda Constitucional Nº 06, que contém mudanças que podem destruir o direito à aposentadoria. A decisão foi tomada pela Federação dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce) em reunião que aconteceu na última terça-feira (23/04).

Mas, pela primeira vez, a passeata estadual, ainda sem data final, será precedida de marchas regionais, que serão realizadas nas 10 sub-representações da Fetamce no Ceará, com o objetivo de passar pelo Sertão Central, Maciço de Baturité, Metropolitana de Fortaleza, Sertões de Crateús, Itapipoca, Serra da Ibiapaba, Cariri, Vale do Jaguaribe, Iguatu e Sobral.

A ideia é que, em parceria com os sindicatos filiados e as demais forças dos movimentos sindical e social, a Fetamce mobilize os trabalhadores em todas localidades do estado contra a medida anti-povo dos atuais mandatários do país, que estão de joelhos para o mercado financeiro.

Nas mudanças propostas por Bolsonaro, os pontos mais cruéis são o aumento das atuais alíquotas de contribuição, que hoje são de 8% a 11% e que iriam passar para 7,5% a 14%; o fim da aposentadoria por tempo de contribuição e a regra única será a idade mínima (65 e 62); e aumento do tempo mínimo de contribuição para aposentar de 15 anos para 20 anos. E para a aposentadoria integral – neste caso até o teto do benefício – seriam necessários 40 anos de contribuição. Além disso, a pretenção da presidência é de que o valor da pensão por morte caia para 60% da média de contribuição, com apenas mais 10% por dependente. Um desastre.

De acordo com Enedina Soares, presidente da Federação, é preciso mobilizar a classe trabalhadora para o enfrentamento desta política de aniquilação social. Ela adverte que, no fim das contas, o sistema público será totalmente fragilizado.

“Ao contrário de fazer a reforma da Previdência para tirar dos que ganham mais para pagar a quem ganha menos, Bolsonaro pratica extorsão com a base da pirâmide social, impondo a pobreza e a miséria como condição fixa e universal ao povo brasileiro. Os privilégios, que o governante dizia que iria combater, permanecem intactos”, enfatiza Enedina.

Agenda

A agenda das marchas regionais está sendo construída em encontros com os sindicatos das sub-representações, iniciados ontem (24/04) em Iguatu.

“As marchas tomarão o interior e com a força do povo mostraremos para os deputados, senadores e para o Governo que não admitiremos tamanho retrocesso. Maio e junho serão marcados por nossa luta, resistência e mobilização social”, finaliza a presidente da Fetamce.

Título: Marcha dos Municipais do Ceará será contra reforma da Previdência e terá etapas regionais, Conteúdo: Diante do avanço da “reforma” da Previdência do governo ultradireitista de Jair Bolsonaro, a X Marcha dos Servidores Municipais levantará a bandeira da resistência à Proposta de Emenda Constitucional Nº 06, que contém mudanças que podem destruir o direito à aposentadoria. A decisão foi tomada pela Federação dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce) em reunião que aconteceu na última terça-feira (23/04). Mas, pela primeira vez, a passeata estadual, ainda sem data final, será precedida de marchas regionais, que serão realizadas nas 10 sub-representações da Fetamce no Ceará, com o objetivo de passar pelo Sertão Central, Maciço de Baturité, Metropolitana de Fortaleza, Sertões de Crateús, Itapipoca, Serra da Ibiapaba, Cariri, Vale do Jaguaribe, Iguatu e Sobral. A ideia é que, em parceria com os sindicatos filiados e as demais forças dos movimentos sindical e social, a Fetamce mobilize os trabalhadores em todas localidades do estado contra a medida anti-povo dos atuais mandatários do país, que estão de joelhos para o mercado financeiro. Nas mudanças propostas por Bolsonaro, os pontos mais cruéis são o aumento das atuais alíquotas de contribuição, que hoje são de 8% a 11% e que iriam passar para 7,5% a 14%; o fim da aposentadoria por tempo de contribuição e a regra única será a idade mínima (65 e 62); e aumento do tempo mínimo de contribuição para aposentar de 15 anos para 20 anos. E para a aposentadoria integral – neste caso até o teto do benefício – seriam necessários 40 anos de contribuição. Além disso, a pretenção da presidência é de que o valor da pensão por morte caia para 60% da média de contribuição, com apenas mais 10% por dependente. Um desastre. De acordo com Enedina Soares, presidente da Federação, é preciso mobilizar a classe trabalhadora para o enfrentamento desta política de aniquilação social. Ela adverte que, no fim das contas, o sistema público será totalmente fragilizado. “Ao contrário de fazer a reforma da Previdência para tirar dos que ganham mais para pagar a quem ganha menos, Bolsonaro pratica extorsão com a base da pirâmide social, impondo a pobreza e a miséria como condição fixa e universal ao povo brasileiro. Os privilégios, que o governante dizia que iria combater, permanecem intactos”, enfatiza Enedina. Agenda A agenda das marchas regionais está sendo construída em encontros com os sindicatos das sub-representações, iniciados ontem (24/04) em Iguatu. “As marchas tomarão o interior e com a força do povo mostraremos para os deputados, senadores e para o Governo que não admitiremos tamanho retrocesso. Maio e junho serão marcados por nossa luta, resistência e mobilização social”, finaliza a presidente da Fetamce.



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