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Itanhaém: abusividade da greve é descartada na justiça

O desembargador e vice-presidente do Tribunal de Justiça (TJ-SP), Guilherme Gonçalves Strenger, decidiu pela extinção da ação que alegava a abusividade de greve.

Escrito por: Thiago Marinho • Publicado em: 01/04/2022 - 16:01 • Última modificação: 01/04/2022 - 16:06 Escrito por: Thiago Marinho Publicado em: 01/04/2022 - 16:01 Última modificação: 01/04/2022 - 16:06

Divulgação Desembargador quer a abertura das negociações.

Na última quinta (31), o Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos Municipais e Autárquicos de Itanhaém e Mongaguá (Sispumi), compareceu à audiência do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP), de forma virtual, para resolver questões da greve em Itanhaém (SP). 

Nas alegações da prefeitura, o sindicato, mesmo atendendo a presente determinação judicial, estaria promovendo uma nova assembleia para promover a continuidade do ato paredista.

Representando o Sispumi, o advogado Fabio Santos informou que a greve, objeto da presente ação era especificamente dos profissionais da Educação Básica e a assembleia, a qual a prefeitura fazia referência, na verdade se tratava de outras categorias.

O advogado também alegou que, caso a administração pública municipal estivesse em negociação com o sindicato, representando os interesses dos trabalhadores, não haveria sequer a existente da greve dos profissionais da educação.

O desembargador e vice-presidente do Tribunal de Justiça (TJ-SP), Guilherme Gonçalves Strenger, decidiu pela extinção da ação que alegava a abusividade de greve e apontou a importância das partes estabelecerem a abertura das negociações.

”É de suma importância que a prefeitura abra a comunicação para as negociações. Um educador valorizado é sinônimo de uma educação de qualidade. Seguimos na luta em todo o Brasil”, ressaltou Célio Vieira, secretário de Comunicação e Imprensa da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT).

Título: Itanhaém: abusividade da greve é descartada na justiça, Conteúdo: Na última quinta (31), o Sindicato dos Servidores e Funcionários Públicos Municipais e Autárquicos de Itanhaém e Mongaguá (Sispumi), compareceu à audiência do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP), de forma virtual, para resolver questões da greve em Itanhaém (SP).  Nas alegações da prefeitura, o sindicato, mesmo atendendo a presente determinação judicial, estaria promovendo uma nova assembleia para promover a continuidade do ato paredista. Representando o Sispumi, o advogado Fabio Santos informou que a greve, objeto da presente ação era especificamente dos profissionais da Educação Básica e a assembleia, a qual a prefeitura fazia referência, na verdade se tratava de outras categorias. O advogado também alegou que, caso a administração pública municipal estivesse em negociação com o sindicato, representando os interesses dos trabalhadores, não haveria sequer a existente da greve dos profissionais da educação. O desembargador e vice-presidente do Tribunal de Justiça (TJ-SP), Guilherme Gonçalves Strenger, decidiu pela extinção da ação que alegava a abusividade de greve e apontou a importância das partes estabelecerem a abertura das negociações. ”É de suma importância que a prefeitura abra a comunicação para as negociações. Um educador valorizado é sinônimo de uma educação de qualidade. Seguimos na luta em todo o Brasil”, ressaltou Célio Vieira, secretário de Comunicação e Imprensa da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT).



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