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Dieese: cesta básica aumenta em todas as capitais pesquisadas

No mês de março, o preço médio da cesta básica subiu em todas as 17 capitais brasileiras analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada mensalmente pelo Dieese.

Escrito por: Thiago Marinho • Publicado em: 08/04/2022 - 12:17 • Última modificação: 08/04/2022 - 12:20 Escrito por: Thiago Marinho Publicado em: 08/04/2022 - 12:17 Última modificação: 08/04/2022 - 12:20

Divulgação A maior alta ocorreu no Rio de Janeiro, onde o preço médio da cesta subiu 7,65%.

No mês de março, o preço médio da cesta básica subiu em todas as 17 capitais brasileiras analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).

A maior alta ocorreu no Rio de Janeiro, onde o preço médio da cesta subiu 7,65%, seguida por Curitiba (7,46%), São Paulo (6,36%) e Campo Grande (5,51%). Já a menor variação foi registrada em Salvador (1,46%).

A cesta mais cara do país, no mês de março, foi a de São Paulo, onde o preço médio dos produtos que compõem a cesta chegou a R$ 761,19. Em seguida aparece a do Rio de Janeiro, com custo de R$ 750,71. O menor valor foi registrado em Aracaju: R$ 524,99.

Entre os itens que contribuíram para o aumento da cesta estão o feijão, o pão francês, a farinha de mandioca e o óleo de soja, que tiveram alta em todas as capitais analisadas na pesquisa do Dieese.

Com base na cesta mais cara do país, registrada em São Paulo, o Dieese calculou que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 6.394,76 no mês de março, o que equivale a 5,28 vezes o valor do salário mínimo em vigor no país, de R$ 1.212,00.

“A inflação está matando a nossa população.Esses aumentos que a população amarga todos os meses é fruto de uma economia desastrosa do governo Bolsonaro, que só visa oferecer lucro aos mais ricos com o suor e o sofrimento dos mais pobres. Múltiplos fatos e eventos poderiam ser lembrados como parte das explicações para esse quadro desastroso. A permanente guerra contra as instituições da sociedade empreendida por Bolsonaro, por exemplo, tem papel relevante na criação de um ambiente de instabilidades e incertezas. Mais um motivo para irmos as ruas amanhã dia 9 para pedirmos o Fora Bolsonaro”, ressaltou Jucélia Vargas, presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT).

Título: Dieese: cesta básica aumenta em todas as capitais pesquisadas, Conteúdo: No mês de março, o preço médio da cesta básica subiu em todas as 17 capitais brasileiras analisadas na Pesquisa Nacional da Cesta Básica, realizada mensalmente pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A maior alta ocorreu no Rio de Janeiro, onde o preço médio da cesta subiu 7,65%, seguida por Curitiba (7,46%), São Paulo (6,36%) e Campo Grande (5,51%). Já a menor variação foi registrada em Salvador (1,46%). A cesta mais cara do país, no mês de março, foi a de São Paulo, onde o preço médio dos produtos que compõem a cesta chegou a R$ 761,19. Em seguida aparece a do Rio de Janeiro, com custo de R$ 750,71. O menor valor foi registrado em Aracaju: R$ 524,99. Entre os itens que contribuíram para o aumento da cesta estão o feijão, o pão francês, a farinha de mandioca e o óleo de soja, que tiveram alta em todas as capitais analisadas na pesquisa do Dieese. Com base na cesta mais cara do país, registrada em São Paulo, o Dieese calculou que o salário mínimo necessário para suprir as despesas de um trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, seria de R$ 6.394,76 no mês de março, o que equivale a 5,28 vezes o valor do salário mínimo em vigor no país, de R$ 1.212,00. “A inflação está matando a nossa população.Esses aumentos que a população amarga todos os meses é fruto de uma economia desastrosa do governo Bolsonaro, que só visa oferecer lucro aos mais ricos com o suor e o sofrimento dos mais pobres. Múltiplos fatos e eventos poderiam ser lembrados como parte das explicações para esse quadro desastroso. A permanente guerra contra as instituições da sociedade empreendida por Bolsonaro, por exemplo, tem papel relevante na criação de um ambiente de instabilidades e incertezas. Mais um motivo para irmos as ruas amanhã dia 9 para pedirmos o Fora Bolsonaro”, ressaltou Jucélia Vargas, presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT).



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