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Confetam/CUT reforça Marcha das Margaridas e das mulheres indígenas rumo ao Congresso Nacional

Servidoras públicas municipais, mulheres do campo, da floresta, das águas, indígenas e quilombolas caminham juntas pela Esplanada dos Ministérios.

Escrito por: Redação RBA • Publicado em: 14/08/2019 - 10:30 • Última modificação: 14/08/2019 - 11:25 Escrito por: Redação RBA Publicado em: 14/08/2019 - 10:30 Última modificação: 14/08/2019 - 11:25

. Mulheres da Confetam/CUT engrossam a luta feminista na Capital Federal

“Olha Brasília, está florida. Estão chegando as decididas”, cantam as vozes de milhares de Margaridas reunidas no início da manhã. A Marcha das Margaridas ocupa as ruas da capital federal desde ontem. E caminhará nesta quarta-feira (14) pelo chamado Eixo Monumental, a pista que vai do Parque da Cidade, passa pela Torre de TV, a Rodoviária, o Museu Nacional, a Catedral.

Durante cerca de 4 quilômetros entre o parque e a Praça dos Três Poderes, as decididas Margaridas emprestam sua graça e sua raça aos cartões postais de Niemeyer. Uma jornada e tanto.

Começou com uma sessão solene na Câmara dos Deputados em homenagem a essa diversidade de lutadoras do campo, da floresta, das águas, indígenas, quilombolas. Jovens que fazem sua primeira marcha unidas a participantes de todas as edições, desde ao ano 2000.

Encontraram-se com indígenas, com estudantes, educadores e trabalhadores e fizeram de Brasília a capital das manifestações do 13 de agosto, o terceiro tsunami da educação e em defesa dos direitos e aposentadorias. E encerraram a noite desta terça num ato cultural onde foi lançado o Festival da Juventude, que começa a ser preparado para ocorrer em 2020.

As marchas da Margaridas, em sua sexta edição, e das Mulheres Indígenas, em sua primeira, se encontraram por volta das 9h e seguiram a caminhada para o grande ato final diante do Congresso Nacional, previsto para terminar por volta de 12h30.

O ato terá a presença do ex-candidato petista à presidência da República, Fernando Haddad, que fará a leitura de uma carta do ex-presidente Lula à Marcha das Margaridas – em resposta a uma carta enviada a ele, ontem, pelas mulheres da Marcha.

Mulheres municipais fortalecem Marcha

Servidoras públicas municipais de todo o país pegaram a estrada para participar da Marcha das Margaridas. Delegações de mulheres municipais de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná e Ceará se uniram a milhares de trabalhadoras do campo, da floresta e das águas para ocupar a Capital Federal, na terça-feira (13), Dia Nacional de Mobilização contra a Reforma da Previdência, em Defesa da Educação Pública e por Empregos.

Organizadas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT/SP), as mulheres de São Paulo pegaram o ônibus na noite de segunda (12) trazendo com elas um bandeirão reunindo as bandeiras de todas as entidades participantes da atividade. No dia seguinte, antes das 8h, a secretária nacional de Mulheres da CUT, Junéia Batista, já estava no acampamento das mulheres indígenas, que na véspera ocuparam a Secretaria Especial da Saúde Indígena, para acompanhá-las do Parque da Cidade até o Congresso Nacional, local da solenidade de lançamento da Marcha das Margaridas.

A presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira, a vice-presidenta da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Ceará (Fetamce), Carmem Santiago, e a secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, participaram da Sessão Solene, realizada no Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados.

A secretária de Mulheres da Confetam/CUT, Ozaneide de Paulo, a secretária de LGBT da entidade, Sueli Adriano, a assessora da entidade, Ivany Almeida, e a secretária da Mulher Trabalhadora do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep/SP), Luba Melo, também representam as servidoras públicas do Ramo dos Municipais nas atividades da Marcha.

Criada em homenagem à trabalhadora rural Margarida Maria Alves, assassinada na Paraíba em 1983, a Marcha invade Brasília a cada quatro anos, desde 2000. Em 2019, as Margaridas exigem nas ruas respeito à soberania nacional e à democracia, ameaçadas pelo desgoverno de ultradireita de Jair Bolsonaro (PSL).

Edição: Déborah Lima

Título: Confetam/CUT reforça Marcha das Margaridas e das mulheres indígenas rumo ao Congresso Nacional, Conteúdo: “Olha Brasília, está florida. Estão chegando as decididas”, cantam as vozes de milhares de Margaridas reunidas no início da manhã. A Marcha das Margaridas ocupa as ruas da capital federal desde ontem. E caminhará nesta quarta-feira (14) pelo chamado Eixo Monumental, a pista que vai do Parque da Cidade, passa pela Torre de TV, a Rodoviária, o Museu Nacional, a Catedral. Durante cerca de 4 quilômetros entre o parque e a Praça dos Três Poderes, as decididas Margaridas emprestam sua graça e sua raça aos cartões postais de Niemeyer. Uma jornada e tanto. Começou com uma sessão solene na Câmara dos Deputados em homenagem a essa diversidade de lutadoras do campo, da floresta, das águas, indígenas, quilombolas. Jovens que fazem sua primeira marcha unidas a participantes de todas as edições, desde ao ano 2000. Encontraram-se com indígenas, com estudantes, educadores e trabalhadores e fizeram de Brasília a capital das manifestações do 13 de agosto, o terceiro tsunami da educação e em defesa dos direitos e aposentadorias. E encerraram a noite desta terça num ato cultural onde foi lançado o Festival da Juventude, que começa a ser preparado para ocorrer em 2020. As marchas da Margaridas, em sua sexta edição, e das Mulheres Indígenas, em sua primeira, se encontraram por volta das 9h e seguiram a caminhada para o grande ato final diante do Congresso Nacional, previsto para terminar por volta de 12h30. O ato terá a presença do ex-candidato petista à presidência da República, Fernando Haddad, que fará a leitura de uma carta do ex-presidente Lula à Marcha das Margaridas – em resposta a uma carta enviada a ele, ontem, pelas mulheres da Marcha. Mulheres municipais fortalecem Marcha Servidoras públicas municipais de todo o país pegaram a estrada para participar da Marcha das Margaridas. Delegações de mulheres municipais de São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Norte, Paraná e Ceará se uniram a milhares de trabalhadoras do campo, da floresta e das águas para ocupar a Capital Federal, na terça-feira (13), Dia Nacional de Mobilização contra a Reforma da Previdência, em Defesa da Educação Pública e por Empregos. Organizadas pela Central Única dos Trabalhadores (CUT/SP), as mulheres de São Paulo pegaram o ônibus na noite de segunda (12) trazendo com elas um bandeirão reunindo as bandeiras de todas as entidades participantes da atividade. No dia seguinte, antes das 8h, a secretária nacional de Mulheres da CUT, Junéia Batista, já estava no acampamento das mulheres indígenas, que na véspera ocuparam a Secretaria Especial da Saúde Indígena, para acompanhá-las do Parque da Cidade até o Congresso Nacional, local da solenidade de lançamento da Marcha das Margaridas. A presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), Vilani Oliveira, a vice-presidenta da Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Ceará (Fetamce), Carmem Santiago, e a secretária nacional de Relações do Trabalho da CUT, Graça Costa, participaram da Sessão Solene, realizada no Plenário Ulysses Guimarães da Câmara dos Deputados. A secretária de Mulheres da Confetam/CUT, Ozaneide de Paulo, a secretária de LGBT da entidade, Sueli Adriano, a assessora da entidade, Ivany Almeida, e a secretária da Mulher Trabalhadora do Sindicato dos Servidores Municipais de São Paulo (Sindsep/SP), Luba Melo, também representam as servidoras públicas do Ramo dos Municipais nas atividades da Marcha. Criada em homenagem à trabalhadora rural Margarida Maria Alves, assassinada na Paraíba em 1983, a Marcha invade Brasília a cada quatro anos, desde 2000. Em 2019, as Margaridas exigem nas ruas respeito à soberania nacional e à democracia, ameaçadas pelo desgoverno de ultradireita de Jair Bolsonaro (PSL). Edição: Déborah Lima



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