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Brasil: medicamentos ficam 10,89% mais caros

Desde a última sexta (1º/04), o governo autorizou o reajuste dos preços dos medicamentos.

Escrito por: Thiago Marinho • Publicado em: 04/04/2022 - 13:22 • Última modificação: 04/04/2022 - 13:32 Escrito por: Thiago Marinho Publicado em: 04/04/2022 - 13:22 Última modificação: 04/04/2022 - 13:32

Divulgação O aumento é de 10,89% segundo a CMED.

Desde a última sexta (1º/04), o governo autorizou o reajuste dos preços de medicamentos. O aumento é de 10,89%, segundo anunciou a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), em publicação no Diário Oficial.

As farmacêuticas já podem aplicar o reajuste – mas cabe às empresas definirem os novos preços, já que os percentuais são os de reajustes máximos. O percentual de alta de 10,89% já havia sido antecipado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma). A resolução aprovada pela CMED estabelece o percentual máximo de 10,89% para as 3 classes de medicamentos e de perfil de concorrência da substância: nível 1, nível 2 e nível 3.

O reajuste máximo autorizado agora, de 10,89%, ficou acima da inflação do ano anterior: em 2021, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 10,06%. A diferença foi ainda maior no ano passado, quando o reajuste autorizado foi de até 10,08% para os medicamentos, ante uma inflação de 4,52% no ano anterior.

Por meio do CMED, órgão vinculado à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o governo controla o reajuste de preços de medicamentos periodicamente – estabelecendo o aumento máximo que esses produtos podem atingir no mercado brasileiro.

Segundo Jucélia Vargas, presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), em meio a pior crise sanitária vivida pelo Brasil, o aumento dos medicamentos é um ato desumano. “Aumentar os preços dos medicamentos no momento atual do país é um verdadeiro desrespeito a população. Esse governo deseja matar os mais pobres. Mais um motivo para irmos as ruas no dia 9 de abril para pedirmos o Fora Bolsonaro”, ressaltou Jucélia. 
 

Título: Brasil: medicamentos ficam 10,89% mais caros, Conteúdo: Desde a última sexta (1º/04), o governo autorizou o reajuste dos preços de medicamentos. O aumento é de 10,89%, segundo anunciou a Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED), em publicação no Diário Oficial. As farmacêuticas já podem aplicar o reajuste – mas cabe às empresas definirem os novos preços, já que os percentuais são os de reajustes máximos. O percentual de alta de 10,89% já havia sido antecipado pelo Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos (Sindusfarma). A resolução aprovada pela CMED estabelece o percentual máximo de 10,89% para as 3 classes de medicamentos e de perfil de concorrência da substância: nível 1, nível 2 e nível 3. O reajuste máximo autorizado agora, de 10,89%, ficou acima da inflação do ano anterior: em 2021, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 10,06%. A diferença foi ainda maior no ano passado, quando o reajuste autorizado foi de até 10,08% para os medicamentos, ante uma inflação de 4,52% no ano anterior. Por meio do CMED, órgão vinculado à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), o governo controla o reajuste de preços de medicamentos periodicamente – estabelecendo o aumento máximo que esses produtos podem atingir no mercado brasileiro. Segundo Jucélia Vargas, presidenta da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal (Confetam/CUT), em meio a pior crise sanitária vivida pelo Brasil, o aumento dos medicamentos é um ato desumano. “Aumentar os preços dos medicamentos no momento atual do país é um verdadeiro desrespeito a população. Esse governo deseja matar os mais pobres. Mais um motivo para irmos as ruas no dia 9 de abril para pedirmos o Fora Bolsonaro”, ressaltou Jucélia.   



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