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Ato contra a reforma da Previdência reúne 5 mil em Fortaleza (CE)

Trabalhadores foram às ruas defender o direito à aposentadoria, ameaçado de extinção pelo desgoverno Temer.

Escrito por: Fetamce • Publicado em: 07/12/2017 - 17:02 • Última modificação: 07/12/2017 - 17:23 Escrito por: Fetamce Publicado em: 07/12/2017 - 17:02 Última modificação: 07/12/2017 - 17:23

. Diretoras da Fetamce e da CUT nacional, Carmem e Graça representaram o Ramo

Os movimentos sindical e social realizaram atos em todo o Ceará na “greve geral” desta terça-feira (5/12) em protesto contra a reforma da Previdência, que é vista como o fim do direito à aposentadoria dos trabalhadores brasileiros.

Em Fortaleza, 5 mil manifestantes se concentraram no cruzamento da Avenida da Universidade com Avenida 13 de Maio e caminharam até o Centro.

A atividade na Capital foi marcada por muita diversidade e resistência, comprovando que o povo brasileiro, de todas as gerações, gêneros, raças, crenças e condições, está em luta contra a reforma.

Para alcançar a reforma da Previdência, o Governo Temer precisa obter 308 votos necessários para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara dos Deputados. Sobre isso, os sindicatos prometem denunciar e finalizar a carreira política dos deputados que forem a favor da medida.

 

Recentemente, o Governo mexeu no texto da PEC, aceitando retirar as alterações propostas em pontos impopulares, como o benefício de prestação continuada (BPC) e a contribuição rural. Mas o fundamental da reforma, que é a idade mínima para aposentadoria em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres e a equiparação de regras entre servidores públicos e iniciativa privada continuam e são vistas como “cláusulas pétreas” pelo ilegítimo Temer. Outras mudanças duram permanecem, como a redução das pensões por morte, que, pela proposta em tramitação, passarão a ser de 50% do valor da aposentadoria; 40 anos de contribuição mínima para se aposentar com benefício integral; tempo de contribuição mínimo de 25 anos para servidores públicos, para receberem uma aposentadoria correspondente a somente 70% da média salarial.

 

Os trabalhadores também criticam a publicidade sobre o tema espalhada pelo executivo nas redes de TV e rádio. Inclusive, no último dia 30 de novembro, a Justiça Federal manifestou que viu ‘manipulação’ e suspendeu a propaganda do Governo sobre previdência, que ataca os servidores públicos como privilegiados, sendo que estudo apresentado pela CUT mostra que o funcionário público brasileiro ganha em média somente R$ 3 mil.

Na Região Metropolitana e no interior, trabalhadores ligados à Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce) e aos sindicatos de servidores e profissionais da educação municipais deram peso aos atos, que mostraram que se intensificou a mobilização e a pressão contra a medida classificada como anti-povo.

Veja tudo em detalhes na reportagem da TVDemocracia:

 

Título: Ato contra a reforma da Previdência reúne 5 mil em Fortaleza (CE), Conteúdo: Os movimentos sindical e social realizaram atos em todo o Ceará na “greve geral” desta terça-feira (5/12) em protesto contra a reforma da Previdência, que é vista como o fim do direito à aposentadoria dos trabalhadores brasileiros. Em Fortaleza, 5 mil manifestantes se concentraram no cruzamento da Avenida da Universidade com Avenida 13 de Maio e caminharam até o Centro. A atividade na Capital foi marcada por muita diversidade e resistência, comprovando que o povo brasileiro, de todas as gerações, gêneros, raças, crenças e condições, está em luta contra a reforma. Para alcançar a reforma da Previdência, o Governo Temer precisa obter 308 votos necessários para a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) na Câmara dos Deputados. Sobre isso, os sindicatos prometem denunciar e finalizar a carreira política dos deputados que forem a favor da medida.   Recentemente, o Governo mexeu no texto da PEC, aceitando retirar as alterações propostas em pontos impopulares, como o benefício de prestação continuada (BPC) e a contribuição rural. Mas o fundamental da reforma, que é a idade mínima para aposentadoria em 65 anos para homens e 62 anos para mulheres e a equiparação de regras entre servidores públicos e iniciativa privada continuam e são vistas como “cláusulas pétreas” pelo ilegítimo Temer. Outras mudanças duram permanecem, como a redução das pensões por morte, que, pela proposta em tramitação, passarão a ser de 50% do valor da aposentadoria; 40 anos de contribuição mínima para se aposentar com benefício integral; tempo de contribuição mínimo de 25 anos para servidores públicos, para receberem uma aposentadoria correspondente a somente 70% da média salarial.   Os trabalhadores também criticam a publicidade sobre o tema espalhada pelo executivo nas redes de TV e rádio. Inclusive, no último dia 30 de novembro, a Justiça Federal manifestou que viu ‘manipulação’ e suspendeu a propaganda do Governo sobre previdência, que ataca os servidores públicos como privilegiados, sendo que estudo apresentado pela CUT mostra que o funcionário público brasileiro ganha em média somente R$ 3 mil. Na Região Metropolitana e no interior, trabalhadores ligados à Federação dos Trabalhadores no Serviço Público Municipal do Estado do Ceará (Fetamce) e aos sindicatos de servidores e profissionais da educação municipais deram peso aos atos, que mostraram que se intensificou a mobilização e a pressão contra a medida classificada como anti-povo. Veja tudo em detalhes na reportagem da TVDemocracia:  



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