Webmail CUT

Acesse seu Webmail CUT


Login CUT

Acesse a CUT

Esqueceu a senha?

17 de Maio - Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia

Neste mesmo dia, em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde.

Escrito por: Thiago Marinho • Publicado em: 17/05/2022 - 08:45 • Última modificação: 17/05/2022 - 08:49 Escrito por: Thiago Marinho Publicado em: 17/05/2022 - 08:45 Última modificação: 17/05/2022 - 08:49

Divulgação Hoje, 17 de maio, é o Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia.

Hoje, 17 de maio, é o Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia. Neste mesmo dia, em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde. A data é uma oportunidade para a organização de atividades que promovam e apoiem a igualdade de direitos dos homossexuais e da comunidade LGBTQIA+.

Segundo relatório produzido pelo Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+, o Brasil, pelo quarto ano consecutivo, é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+. O relatório também mostra que São Paulo é o estado que mais mata pessoas LGBTQIA+. Foram 42 mortes violentas no ano passado, ante 29 em 2020, e 21 em 2019.

Em relação às capitais, São Paulo também é a recordista. Em 2021, foram 13 mortes violentas no município. Seguida de Salvador, com 11 mortes, e empate nas capitais de Manaus e Rio de Janeiro, ambas com 8 mortes violentas.

Respeitar a diversidade é defender o direito à igualdade. Importante é o amor que une e a liberdade de amar quem quiser.

Ame, viva e seja livre!

 

 

Título: 17 de Maio - Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia, Conteúdo: Hoje, 17 de maio, é o Dia Internacional de Combate à LGBTQIA+fobia. Neste mesmo dia, em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) retirou a homossexualidade da classificação estatística internacional de doenças e problemas relacionados à saúde. A data é uma oportunidade para a organização de atividades que promovam e apoiem a igualdade de direitos dos homossexuais e da comunidade LGBTQIA+. Segundo relatório produzido pelo Observatório de Mortes e Violências contra LGBTI+, o Brasil, pelo quarto ano consecutivo, é o país que mais mata pessoas LGBTQIA+. O relatório também mostra que São Paulo é o estado que mais mata pessoas LGBTQIA+. Foram 42 mortes violentas no ano passado, ante 29 em 2020, e 21 em 2019. Em relação às capitais, São Paulo também é a recordista. Em 2021, foram 13 mortes violentas no município. Seguida de Salvador, com 11 mortes, e empate nas capitais de Manaus e Rio de Janeiro, ambas com 8 mortes violentas. Respeitar a diversidade é defender o direito à igualdade. Importante é o amor que une e a liberdade de amar quem quiser. Ame, viva e seja livre!    



Informativo CONFETAM

Cadastre-se e receba periodicamente
nossos boletins informativos.